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Iniciou hoje o Encontro Estadual de Educadores e Educadoras da Reforma Agrária de Santa Catarina. Cerca de 200 pessoas estão reunidas no assentamento José Maria, Abelardo Luz, durante os dias 20 a 22 de agosto. O estudo e debate abordará a conjuntura e legislação da educação do campo, bem como sobre reforma agrária e educação do MST segue ao longo dos dias.

A preparação da atividade iniciou com o estudo sobre educação do campo e reforma agrária popular, nas diversas brigadas do estado. E ruma ao II ENERA. Estudantes, educadores, gestores escolares e diversos setores do MST contribuem com o processo. E ao encontro estadual se somaram Universidades, Sindicatos, CPT, representantes de mandato de deputados, vereadores, secretários municipais, APAE, MAB.

Camila Munarini, direção do setor estadual de Educação, reforçou que a os avanços do MST frente a educação. Já conquistamos 1800 escolas públicas, temos 8 mil educadores e 200 mil crianças, adolescentes, jovens e adultos educandos. Isso acontece por a luta do MST estar direcionado por um projeto de classe.

De modo complementar, Irma Brunetto, direção nacional do MST, tratou do potencial que encontro tem para alinharmos nossas lutas. A educação sempre teve destaque no Movimento Sem Terra, mas o motor é a luta pela terra. A educação é fundamental na formação humana, se não estiver casada com a nossa luta ela também deforma.

O MST entende que a ação não pode ser individualizada. Corroborando com esta ideia, Adriana Dagostini (UFSC), recordou que 2015 tem sido um ano de lutas em todos os setores da educação pública, onde a greve é realidades nos níveis municipal, estadual e nacional. É preciso unir as forças. O ENERA acontece num momento importante.

Texto e fotos por Juliana Adriano